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PERCURSOS TEMÁTICOS DE APRENDIZAGEM E CONTEÚDOS DE TRANSIÇÃO
Inserido em 2009-09-27  |  Adicionar Comentário










 

O novo programa de Matemática foi concebido numa óptica de ciclo, o que permite que os temas sejam geridos pelos professores de acordo com as suas preferências. Contudo, a equipa que reestruturou o programa apresenta dois percursos possíveis: percurso A e percurso B, frisando os autores que caberá às escolas introduzir alterações nesses percursos ou conceber percursos alternativos.

No entanto, na lógica de um manual que serve essencialmente o aluno no seu percurso de aprendizagem, há que tomar decisões relativamente às sequências temáticas que poderão ser mais facilitadoras.


Qual será o melhor percurso?

Na votação da semana anterior houve uma clara preferência pelo percurso A.

Não existindo diferenças abissais entre os dois percursos, na verdade o percurso A parece ser o mais passível de se fazerem conexões entre diferentes temas e o ciclo anterior e de se trabalharem os temas de forma cíclica:

  • O início do estudo com os números naturais permite que se retome o trabalho de um assunto cuja ênfase foi maior no princípio do ano lectivo anterior, quer se tenha optado, nesse ciclo, pelo percurso A quer pelo percurso B.
  • Também os outros temas, ao serem abordados durante o 5.º ano, pressupõem uma permanente conexão com o trabalho realizado nos números naturais; daí a sua pertinência como tema a trabalhar no início do 5.º ano.
  • Ainda, o início do 6.º ano, com os volumes, permite uma melhor conexão com o último tema trabalhado no 5.º ano – áreas.


No entanto, não pretendemos que este manual seja redutor à opção de um único percurso. Temos consciência dos diferentes contextos dos nossos alunos; por isso, apresentaremos tarefas que permitam aos professores fazer conexões com outras tarefas, por eles seleccionadas e/ou elaboradas, bem como com outros percursos adoptados nas diferentes escolas. Assim, propomo-nos apresentar um manual que permita uma flexibilidade de tratamento, ou seja, embora baseado no percurso A, possa ser usado para trabalhar outros percursos.


Que fazer com os conteúdos de transição?

Na nossa opinião, os conteúdos de transição, ou seja, conteúdos que passaram a fazer parte do programa do 1.º ciclo, deverão ser leccionados no 5.º ano, pelo menos durante os próximos 4 anos lectivos. É que só daqui a 4 anos se prevê que os nossos alunos cheguem ao 5.º ano com os referidos conteúdos trabalhados. Assim, faz todo o sentido que estes integrem o manual didáctico do 5.º ano, promovendo-se, deste modo, a sua conexão com os temas a abordar no 5.º ano. Tal como referiu a maioria dos colegas, só assim se evitará:

1. uma dispersão do tratamento dos mesmos, surgindo os referidos conteúdos no momento mais pertinente;
2. o risco de serem considerados pouco relevantes para as aprendizagens a fazer no 5.º ano.

Parece-nos, ainda, muito sensata a sugestão, dada por muitos colegas, de se destacar de alguma forma estes conteúdos dentro do manual. Embora o manual tenha um período de vigência superior ao período de transição do programa, não nos parece que haja qualquer desvantagem em conter os referidos conteúdos de transição por mais 2 anos, passando estes a funcionar como tópicos de diagnóstico.


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A EQUIPA

 

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Ao ler o vosso comentário, penso que resumiram o que foi sendo comentado. Será importante dar destaque à necessidade de se estabelecerem conexões entre os temas (algo que já era importante antes). Devem surgir materiais de apoio aos professores com ideias, exemplos, sugestões que os ajude a orientarem-se e a organizar e adaptar o percurso proposto aos seus alunos e aos recursos de que dispõem.